CHEGANÇA

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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

... tô voltando

Estou tão ausente do meu blog que pouco lembro da sua existência, da sua criação nascida de uma vontade bem grande de manifesto público e escrito das minhas percepções acompanhadas de observações, de construção de textos... isso acaba de levar meu pensamento ao ímpeto ariano de iniciar coisas e deixá-las logo pra trás. Então, vou me embuir no espírito do novo ano que chega para agregar na minha lista de fazeres uma relação mais estreita, mas não obrigatória com o meu veículo pessoal/público: o Meias, como meu amigo Cid se refere a esse blog, com a intimidade que lhe foi dada, porque ele é padrinho do meu blog... ele não sabe, mas agora está registrado.
O fato é, vou retomar meus textos sem esperar inspirações, porque no último trimestre ela não me soprou nada.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

PRA PENSAR...

Essa troca de textos e mensagens religiosas, de reflexão, históricos, dicas de saúde, fotos panorâmicas, formas de ganhar dinheiro, entre outras que se estabeleceu via email é um tanto dinâmica e curiosa. Recebe-se mensagens das mais singelas e amáveis às mais indelicadas, como: repasse para mais x pessoas, senão atrairá má sorte para o resto da vida (mesmo que a mensagem anexada seja de paz e das maravilhas que Deus faz por nós - como pode ser?). Ainda sim, há muitas que valem o dia e essas sim, queremos repassar. Por sinal, cada email que eu recebo solicitando o encaminhamento à outras pessoas, é automaticamente deletado. Gosto muito de iniciativa e conheço a responsabilidade e necessidade em dividir uma informação ou alento com meus circunstantes. Para tanto divido aqui uma mensagem recebida da minha prima de um texto de Ramiro Ros entitulado "Se um Cachorro Fosse Professor":
Se um cachorro fosse professor você aprenderia coisas assim: Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro/Nunca perca uma oportunidade de ir passear/Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto/Mostre aos outros que estão invadindo seu território/Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes se levantar/Corra, pule e brinque todos os dias/Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem/Não morda quando um simples rosnado resolve a situação/Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquido e deite à sombra de uma árvore/Quando você estiver feliz, dance e balance todo seu corpo/Não importa quanto o outro te magoe, não se sinta culpado, volte e faça as pazes novamente/Aproveite o prazer de uma longa caminhada/Coma só o suficiente (rsrsrs...)/Seja leal/Nunca pretenda ser o que você não é/E o mais importante de tudo: quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar...

sábado, 18 de setembro de 2010

CORDEL DO FOGO ENCANTADO/ZÉ DA LUZ

Há mais de um mês, quando abro meu computador para trabalhar, automaticamente abro o álbum do "Cordel do Fogo Encantado" para me acompanhar e assim como comumente acontece às pessoas quando escutam o mesmo álbum por um tempo seguido, vou descobrindo canções e melodias que a cada acesso se tornam mais bonitas, descobrindo algumas que já eram conhecidas, mas não se tinha ideia de que era daquele artista ou grupo musical, e aos poucos a identificação e as preferências vão se estabelecendo. Sendo assim, embora não tenha estreita relação com a poesia somente escrita, me apaixonei (é... é esse verbo que traduz minha atenção) pelo poema do Zé da Luz, divinamente declamado pelo Lirinha... na verdade me apaixonei 1º pela maneira intensa da declamação liricamente sustentada pelo sotaque nordestino que dá maior veracidade, originalidade e dramatização ao poema e depois à composição das palavras que formaram o bonito "Ai se Sêsse" que registro aqui: Se um dia nóis se gostasse / Se um dia nóis se queresse / Se nóis dois se empareasse / Se juntim nóis dois vivesse / Se juntim nóis dois morasse / Se juntim nóis dois drumisse / Se juntim nóis dois morresse / Se pro céu nóis assubisse / Mas porém acontecesse de São Pedro não abrisse a porta do céu e fosse te dizer qualquer tulice / E se eu me arriminasse / E tu cum eu insistisse pra que eu me arressolvesse / E minha faca puxasse / E o bucho do céu furasse / Tarvês que nóis dois ficasse / Tarvês que nóis dois caísse / E o céu se arriasse / E as virgi toda fugisse

terça-feira, 20 de julho de 2010

20/07 - DIA INTERNACIONAL DO AMIGO

Com um estalo e um Google ao alcance das mãos, xeretei sobre o "Dia do Amigo" que até as minhas 2 primeiras décadas de vida desconhecia e passei a comemorá-la após receber as primeiras felicitações de amigos e então, instituí-la por vez no meu calendário comemorativo pessoal.
Curiosamente, descubro que o "Dia do Amigo" foi criado por um argentino (é uma febre na minha vida) em homenagem ao dia que o homem pisou na lua, fazendo uma alusão a oportunidade de amizades entre povos de todo o Universo e a data foi adotada em Buenos Aires sob Decreto. Portanto, é a Argentina (sempre surpreendendo...) o 1º país a comemorar oficialmente os sujeitos de uma amizade, seguidos depois por vários outros países.
Outra curiosidade é que no Brasil o "Dia do Amigo" é oficialmente dia 18 de abril (um dia ariano, como bem cabe) e, o 20 de julho é o "Dia da Amizade", mas a data atual parece mais popular. Ao bem da verdade não há diferenças significativas entre comemorar o amigo e a amizade. Pode um existir sem o outro?
Porém, a importância disso tudo é adular os amigos queridos nessa data e, cultivar a amizade deles em todos os outros dias do ano, pois não se vive uma vida sadia sem amigos, sem a cumplicidade dos amigos (risadas, conselhos, percepções, colo e sacudidas).

quarta-feira, 7 de julho de 2010

70 ANOS - HOMENAGEM PÓSTUMA

O texto que segue na íntegra, foi escrito por minhã irmã à época do aniversário (02/03) do nosso pai. Transcreve sentimentos ímpares, mas mútuos pra nós, filhas desse INCRÍVEL pai.

Se o Sérgio Pinheiro estivesse vivo, hoje ele completaria 70 anos. Mesmo não estando entre os vivos, hoje é aniversário do seu nascimento. Gostaria de homenageá-lo. Se estivesse por aqui, abraçaria aquele corpo magro que me transmitia tanta segurança. Beijaria aquelas bochechas que só existiam, porque ele vivia a base de remédios que aumentavam sua face magra para uma deliciosa superfície fofa. E falaria como ele foi importante na minha vida, tão significativo que nunca imaginei ter um filho que não pudesse ter um pai como ele. E claro, acho que não terei filhos. Eles nasceriam sem essa maravilhosa fonte de felicidade, ainda que fosse em forma de avô... Ele seria um excelente avô. Provavelmente leria horas para seus netos, como leu para mim. Filosofaria sobre a vida e faria deles pequenos filósofos. Eles, por seu lado, teriam um avô a quem relatar suas atividades criativas e também um avô que os encheria de doces e de todo tipo de cultura... Cinema, teatro, museus, parques, espetáculos e o mundo virtual, pois claro, seu avô não perderia isso por nada.

Meu pai não seria apenas um excelente avô como também seria um ótimo representante da 3ª idade em pleno movimento revolucionário da idade. Nessa altura, a informação imperativa já o teria convencido que o cigarro não era mais "in", mas tomar vitamina ou ração humana sim, era o "must" da moda. Ele já teria entendido que a bocha teve suas revoluções e que a cerveja ganhou várias outras opções. Ele já teria me dado um ótimo toque sobre como mudar de emprego e ainda me apresentado para toda uma geração de sucesso empresarial. Muito possivelmente teríamos assistido a final dos jogos de inverno de Vancouver. E sim, teríamos comemorado a vitória do São Paulo e sorrido felizes para o Santos contra o Corínthians. Esta semana faríamos apostas para o Oscar e falaríamos dos tristes apostadores da mega-sena que não levaram o prêmio no Rio Grande do Sul. E hoje, especialmente, sairíamos para jantar e comeríamos o bolo que a mamãe não deixaria de fazer. Mais importante ainda, ficaríamos abraçados sabendo que não existe nada melhor que a companhia de pai e filha. Sim, é muito bom imaginar meu pai vivo aqui em 2010, tendo que fazer dieta depois de encher a cara de costela na casa da Beth no domingo, sim, porque não teria sobrado nada se ele tivesse ido almoçar lá. Como sei que minha dieta provavelmente iria por água abaixo se ele me convidasse para uma caminhada, pois essa fatalmente acabaria numa pizzaria. E que ele ainda ficaria preocupado por eu não dormir em casa, por eu ter cabelos brancos e não ser milionária, por eu não dar bola pra casamento apesar de gostar de rapazes. Mas ainda sim, estaria orgulhoso de mim e diria sempre que encontrase um amigo, como sou inteligente e bonita.

Bem, meu pai era dono de tantas qualidades e peculiaridades que não tenho como falar de todas elas nessa tentativa de homenagem aos seus 70 anos.
O que mais posso falar sem abusar do estilo baba-pai que me orienta, e que ele provavelmente não apreciaria por ser um ótimo sintetizador de textos, e que eu e todos os seus queridos vivos gostaríamos de tê-lo por perto com um dos seus comentários mordazes ou bem-humorados. Com sua esfregadinha de mão sempre que estava animado ou com frio. E mesmo com seu ronco e sua depressão silenciosa e esporádica, ele seria bem-vindo nesse mundo adulto, frio e por vezes sem graça. Ele humanizou o mundo e para mim foi o melhor exemplar de pai que o Pai do céu poderia ter me dado. Afora a Ivana, você não teve esse privilégio. Mas se o seu pai ainda vive, mande uma mensagem para ele, dê um abraço, faça um carinho nele por mim. Acredite-me, hoje era tudo o que eu queria.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

REVISITAR

É comum reler um texto que causou eloquencia, assim como assistir novamente aquele filme ou espetáculo teatral impactante (seja pelos suspiros causados daquele romance invejado; aquela história recheada de originalidade; aquele suspense de roer as unhas ou histórias comuns, mas de diálogos e atuações tão consistentes que o elevam a categoria 5 estrelas nos guias de avaliação). Pois bem, o 2º ou a partir do 2º contato com um texto, um filme ou espetáculo teatral, a história já não é mais o foco principal mesmo sendo ela o motivo de revisitação - outros elementos ganham corpo e espaço - extraindo atenção os objetos que compõem e sustentam a tal arte que no 1º momento foram pouco perceptíveis. Quantas coisas saltam aos olhos e enriquecem a compreensão do todo...
Em contra-partida, acompanhar o trabalho de um escritor, um diretor de cinema ou de teatro vai ao longo das obras diminuindo a eloquencia e o impacto gerados pelas 1ª apreciações... fiquei pensando sobre isso por um tempo quando perdi o interesse no meio de um livro do Saramago (adoro), pois me pareceu sem fôlego e quando ao assistir o último filme do Almodóvar (amo) - Abraços Partidos - saí sem entusiasmo algum do cinema... achei morno, morno, morno.
Passei um tempo ruminando essas impressões que perduraram e ainda criaram questionamentos: Como aquele que me balançou "as ideias", hoje me causa embotamento?
A resposta já foi parcialmente encontrada graças as conversas com amigos - Cid e Eva - que com olhares peculiares ampliam a visão do outro.
Reli alguns livros, mas a 7ª arte é mais rápida de ser revisitada e um filme que já assisti inúmeras vezes e não me canso é "As Invasões Bárbaras".

terça-feira, 25 de maio de 2010

E A VIRADA VIROU!

Evento de atenção popular que ocorre desde 2005 na capital paulista, e desde 2008 em Mogi, vem crescendo em formato, oferta e grandeza.
Aqui em Mogi, a Virada foi bem diferente dos 2 últimos anos, e pôde ser realmente chamada de virada... programações ininterruptas em pontos diferentes pra gostos também diferentes.
Me propus participar da maioria delas e varar a madrugada... tive sucesso. Escolhi um ponto e lá permaneci. Gostei de tudo que vi... da programação. Já do pessoal da Secretaria de Cultura do município falta muito, mas muito jogo de cintura (ou diria, de cultura?). Bom, não quero me ater no que pouco funciona (impressão registrada), só quero ter a oportunidade de assistir Hamlet de novo...
Essa Virada teve um contexto novo pra mim... Além de acompanhar tudo que escolhi, fui partícipe junto ao grupo Jabuticaqui em "águas nunca dantes navegadas" dividindo palco, microfone e voz com nada mais, nada menos que Aline Chiaradia (e a convite da própria) e a fofa da Mírian. Que responsabilidade... noção de responsabilidade é cruel, quanto mais se tem, pior a sensação. Que emoção também, sentida melhor horas depois (quando os ânimos esfriam) ao lembrar da cena (que eu adoraria assistir da plateia) e dos comentários dos amigos fiéis, porém críticos, e do torpedo da irmã (familia é tiéte por si só). Me senti tão gente... sem vaidades, só agradecida pela oportunidade.
O encerramento do evento - show de Almir Sater - achei uma tremenda bola dentro, porque é o músico e a música que agrada a muitos.
Estou certa de que para o próximo ano a Virada tem tudo para ser maior e ainda melhor. Achei o prestígio do público intenso de madrugada e taí algo que faz o movimento valer a pena.

domingo, 9 de maio de 2010

BOLA NA TRAVE/DECISÃO POR PÊNALTI

Mantendo o hábito de usar letra de música p/ ínicio de conversa, chego com a canção do Skank (baladinha gostosa e muito cantada) " Bola na trave não altera o placar/ bola na área sem ninguém pra cabecear" p/ descrever um pouco do que vi e vivi na minha 1ª e inesquecível ida a um estádio de futebol. O jogo era: SÃO PAULO x Universitário pelas eliminatórias da Libertadores da Ámerica (nas letras garrafais já aponto meu time... é, sou pó-de-arroz, bambi e o que mais os torcedores do SÃO PAULO são chamados pelos cotovelos inflamados, mas o fato é: sou são-paulina desde que meu PAI disse que torcia pra esse time).
A "Partida de Futebol" do Skank ajuda bem contar sobre o jogo: só bola na trave foram 2; bola na área... inúmeras e o senta-levanta dos torcedores acompanhado por sonoros uuuuuh (ou seja, chutes a gol não finalizados), uma constância. Parecia coreografia ensaiada da torcida que por sinal deu um show a parte (serei realista, o único show da noite). A parte "cativa" da Torcida Independente na arquibancada, me roubou a atenção por vários momentos... aquela bandeira enorme subindo, tremulando e descendo é lindo!!!
Minhas companhias no estádio comentavam as jogadas de cada figura em campo, nome por nome e eu confesso... sabia identificar com precisão só o Rógerio Ceni, os outros jogadores... hum. Só sei dizer que não foi um jogão, tão pouco um jogo ruim e que passou muito rápido, porque foram muitas as oportunidades de gol e sentei e levantei muito mais que nos meus treinos com o Maumau (outro são-paulino).
Enfim, os gols foram acontecer só na decisão por pênaltis (minha vivência foi completa) com vitória do SÃO PAULO que se repetir desempenho semelhante no jogo contra o Cruzeiro, pode passar a pensar apenas no campeonato brasileiro (já bati na madeira).
Ah, não posso deixar de registrar a relação da torcida com o Ceni... linda de ver. Respeito conquistado, respeito garantido... pqp, é o melhor goleiro do Brasil: Rogério!!!! Cantei muito isso.
É, concordo... "Que emocionante é uma partida de futebol"

domingo, 2 de maio de 2010

JABUTICAQUI

"Jabuticaqui tem no Maranhão, tradição raiz do Cacuriá"... apresentação breve, mas completa do grupo Jabuticaqui na canção "Agô" do músico (grande músico) Meyson.
O grupo divinamente orquestrado por Neide Mattos (Neidinha pros íntimos) exalta o Cacuriá, dança típica do Maranhão de ritmo derivado do carimbó também maranhense, e tem sua origem na festa do Divino Espírito Santo.
No último domingo (25/04), o grupo realizou mais um de seus encontros (e que encontro) que celebra (de forma visceral) a cultura popular brasileira... tão rica... tão colorida... tão pouco conhecida... mas difundida por valorosos e ativos núcleos culturais encontrados pelos quatro cantos do país.
Nesses encontros se apresentam também convidados com outras bases da cultura popular e assim se promove o conhecimento e a interação entre os grupos e seus trabalhos realizados.
... cultura popular é isso: tradições (em grande parte religiosas), cantos, danças, ritmos, sons que representam uma região, um saber, uma reverência, uma crença e quando se encontram se tornam uma grande festa de encher os olhos, de alimentar a alma, de libertar as amarras, de intimidar o calundu, em outras palavras... de prestar felicidade.
"Agô reis do oriente,
Evoé quem vem de lá,
Chego agora minha gente
Pra dançar Cacuriá"

domingo, 25 de abril de 2010

FORÇA ESTRANHA/LEITURA

Outro livro presenteado pela comemoração de aniversário foi "Força Estranha", livro de Nelson Motta que o meu xuxu Rui Longo escolheu a dedo pra mim. Nelson em escrita era novo pra mim. Cá pra nós, tinha até uma certa bronquinha dele por causa daquela música "Escrito nas Estrelas" que a Tetê Espíndola defendeu em um daqueles festivais de música que sempre premia a canção que o público menos gosta. Pois então, o livro apresenta 10 contos super bem escritos, deliciosos de ler, ágeis, mas com detalhes (nem mais, nem menos). O conto sobre a Copa da Argentina em 1978 foi genial (essa minha fase com a Argentina está intensa) e o conto no qual personagens de outros contos distintos se encontram é muuuito sacado e no fim ele dispõe como chegou àquelas histórias. Embeveci, não pela qualidade literária, mas pelo prazer proporcionado. Rui do coração, beijo especial.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

O ALBATROZ AZUL/LEITURA

Aniversário, comemoração e presente... tudo muito bem-vindo. Por conta disso, ganhei do meu querido amigo Cid um livro de João Ubaldo Ribeiro, " O Albatroz Azul". Ainda nenhum texto de Jõao Ubaldo havia lido, mas assisti o espetáculo "A Casa dos Budas Ditosos" (genial) baseado em obra sua, encenado por Fernanda Torres (difícil pensar em outra pessoa que não ela pra esse trabalho... quem assistiu há de concordar). Bom, o livro é fácil de gostar e o texto exigiu atenção devido a palavras incomuns para meu vocábulo e o perfil da escrita. Fica aqui em registro o meu muito obrigada pela oportunidade dessa leitura realmente nova pra mim e dica para quem se interessar.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

FACES DA VERDADE E BONS COSTUMES/FILMES

" Faces da Verdade" é um filme que eu estava esperando muito pra ver (indicação do crítico Christian Petermam). Saiu direto em DVD, nem entrou em cartaz. Uma pena, porque o filme é ótimo, crítico, polêmico e com final surpreendente... fiquei pensado como agiria no lugar daquela jornalista... "Bons Costumes", uma baita surpresa. Um baita filme (talvez porque esperasse pouco dele) com atuação respeitável de Jéssica Abiel e excelente (como sempre espero e não me decepciono) de Kristin Scott Thomas em embates entre sogra e nora bem britânicos. Adorei assisti-lo!

domingo, 18 de abril de 2010

JULIE & JULIA

Há tempos não fazia locações na Blockbuster das lojas Americanas... não estava encontrando novidades... não estava encontrando nada, pois a arrumação do local é um caos, mas encontrei uma funcionária super prestativa (isso lá existe) que sempre me atendeu e me falou dos lançamentos, então fui xeretar. Encontrei o filme "Faces da Verdade" que estava realmente aguardando, "Julie e Julia" e "Bons Costumes". Tudo pela bagatela de R$7,00, por 4 dias, ótimoooo!!! "Julie e Julia" vale o tempo empreendido para ver Meryl Streep atuando uma personagem surreal, mas de uma sinceridade "a la Ivana" e pelos pratos altamente gastronômicos... dá uma fome... vontade de experimentar tudo e o filme é bem chato. Lembrei de "Sideways", que ao final da sessão saí louca de vontade de tornar uma garrafa de vinho no gargalo. Falando em "Sideways", foi a 1ª vez que vi Sandra Oh atuando e depois disso parece que ela está em tudo que eu assisto... hoje é a Cristina Yang (genial) na série Greys Anatomy, minha preferida.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

OSCAR DE SANDRA BULLOCK

Assisti por esses dias o filme "Um Sonho Possível", filme que rendeu a Sandra Bullock (acho ela sinceramente ótima) o Oscar de melhor atriz... por que? Não valia nem a indicação, não valia mesmo. O dito filme, é uma sessão da tarde bem boba e com tudo aquilo que americanos bobos gostam de filmar: pessoas que sabem de tudo, são unanimamente queridas e jamais contestadas, por mais que suas ações sejam polêmicas e crianças altamente intelectualizadas e absurdamente intrometidas. Pois bem, o diretor do filme (nem fui buscar saber quem é, tamanha a decepção causada) tinha tudo prá apresentar a história lindamente, falando de pessoas reais, mas não, subestima o espectador acreditando que contar uma história triste é o bastante prá se fazer um bom filme... céus!!!

COISAS DE MOGI

Hoje, no jornal da minha cidade - Diário de Mogi - fui surpreendida com uma matéria sobre o filme "O Segredo dos Seus Olhos". Fiquei animadíssima, porque sou daquelas pessoas que quando gosta de uma coisa, gosta de vê-la estampada em tudo que é lugar, pois é, mas a matéria redigida estava apoiada em várias outras que já li... não era nada original (se bem que elogiava horrores o cinema argentino) e só ocupava, provavelmente, a falta de pauta no quesito cultura, porque achei que o filme estava em cartaz por aqui (o que seria admirável, já que as salas de cinema de Mogi são sempre ocupadas pelas películas de cunho comercial), mas não, não se tratava disso. Fiquei me perguntando o porquê da matéria, se o filme não está em cartaz, o Oscar foi há 1 mês e meio atrás e nessa semana nenhuma mídia de grande expressão (entenda-se massa) tocou no assunto? Coisas de Mogi...

terça-feira, 13 de abril de 2010

CINEMA ARGENTINO

De todos os resultados das categorias premiadas pelo badalado OSCAR, a de filme estrangeiro é aquela que me salta aos olhos. Nunca me decepcionei com os resultados e as indicações.
Quem conhece minhas preferências sobre cinema sabe da minha bajulação pelos filmes argentinos. Sou fã... quase ativista... portanto, com uma indicação à categoria dos meus olhos, fui voando assistir ainda em pré-estréia "O SEGREDO DOS SEUS OLHOS".
Típico daquilo que tanto me encanta nas histórias da 7ª arte dos vizinhos argentinos, o filme é ótimo, mas não acreditei na premiação e me equivoquei (doce equívoco)... anunciado por Almodóvar... que rico... assisti pela 1ª vez a premiação inteira.
Dias depois, o Jornal da Globo realiza uma reportagem sobre a supremacia do cinema argentino (que já cota 1 premiação da mesma categoria com o belíssimo "A HISTÓRIA OFICIAL", na década de 80).
Fiquei abalada... sou brasileira... sou bairrista... mas não sou injusta; a supremacia sobre o nosso cinema é incontestável!